A poesia surge da quebra
E a quebra, da poesia.
Pois, quando o mundo
É monarquia,
A poesia vira
Anarquia.
Quando o mundo
É guerra,
A poesia nada mais é
Do que amor,
E quando o mundo
É paz,
A poesia se torna
Dor.
Pois, quando o mundo
Se vê minimalista,
A poesia se torna
Excêntrica e
Exagerada,
Em sua forma mais pirada
De fuga do comodismo.
Porque nada está bom o bastante
Para a poesia.
Pois, poesia é a revolução
No seu grau mais poético
(Im)possível.
G.F.
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