Rodeado de axé,
Onde se dança tomado
Pelo samba e tambores,
Que, dessa pequena cidade
Do exagero,
São sustentadores.
Movido pela energia
Do Preto Velho,
Vou seguindo a nostalgia
Das luzes e da fumaça
Dessa cidade mística
De raça.
Entrando na Rosarinho,
Para sair no Kfûa,
E, ao sabor do Rock Pinto,
Vou andando na enfeitada rua;
Procurando explorar a gruta azul,
Apenas para dançar, com o pai do sertanejo,
Ao som do reggae;
Ficando Doidão Bahia,
Apenas para acabar bêbado
Aos pés de Paulo Lomba,
Na vinte e cinco.
Peço Agô para gritar
Saravá
Aos terreiros,
E para, desse prazer, aproveitar
O seu saboreio.
Uma reza à Omulu,
Atotô Obaluaê,
Uma reza ao rio de maré,
Sem nenhuma beira.
Uma reza à Cachoeira.
G.F.
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